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16 de dezembro de 2016

Milk Shake de Chocotone

© Foto: Shutterstock

Ingredientes:

6 bolas de sorvete de chocolate
2 e ½ xícaras (chá) de leite gelado
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
6 cubos de gelo
Pedaços de chocotone (opcional)
Calda de chocolate
Chantilly
Gotas de chocolate
1 cereja (opcional)

Como Fazer:
Bata tudo no liquidificador e sirva

Créditos: Msn 

28 de agosto de 2016

Submarino de Chocolate Quente

© Gold/Reprodução

*Receita do Doces Ideias

Ingredientes:

1 xícara de leite (300 ml)
1 barra de chocolate de qualquer sabor pequena 
(de preferência comprida, para que sirva de “colher”)
1 colher de chá de amido de milho
Canela e essência de baunilha a gosto

Como Fazer:

Modo de Preparo:

Misture o leite à maisena na caneca até dissolver e em seguida leve ao fogo médio em uma leiteira. Use um batedor de ovos para mexer o leite enquanto ele esquenta, isso ajuda a deixar o leite mais aerado e cremoso. Não precisa esperar o leite ferver, esquente até a temperatura que você preferir ou até o leite engrossar um pouquinho. Coloque na caneca a baunilha e canela e em seguida despeje o leite. Use a própria barra de chocolate para misturar o leite, aos poucos ela vai derretendo e escurecendo seu submarino de chocolate. Use uma colher para misturar bem o resto do chocolate até que se dissolva por completo, cuidado com os cantinhos da caneca para que não fique nada agarrado no fundo e nas bordas. Se quiser, decore com marshmellows e confeitos coloridos, além de poder finalizar com chantilly.

Créditos: Guia da Semana

28 de julho de 2016

Os 15 Vinhos Tintos Brasileiros que Valem Ouro


 (a partir de R$ 35)
Será mesmo que os melhores rótulos são os estrangeiros? É sabido que países como Chile, Argentina, Portugal e França são grandes nomes na produção de vinhos - tanto tintos quanto brancos -, mas o Brasil também tem ótimas vinícolas com excelentes vinhos, principalmente no sul do país.
No VIII Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, o único de seu tipo reconhecido internacionalmente, fabricantes do globo todo concorreram pelos títulos de ouro e também Grande Ouro - os destaques da edição. De todos as 623 amostras inscritas, 187 levaram as medalhas. Confira os principais tintos brasileiros que valem a pena experimentar:

1. Aracuri Collector Cabernet Sauvignon 2012, Aliprandini e Meyer Vinhos Finos na Vinhos&Vinhos, R$ 84*
2. Casa Valduga Terroir Identidade Marselan 2013, Casa Valduga, R$ 79,78*
3. Valmarino Cabernet Franc Ano XIX 2013, Vinícola Valmarino na Vinhos e Sabores, R$ 99*
4. Famiglia Zanlorenzi 70 Merlot 2012, Famiglia Zanlorenzi, R$ 75*
5. Luiz Argenta Cuvée 2009, Luiz Argenta Vinhos Finos, R$ 210*
6. Maestrale Cabernet Sauvignon 2007, Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim, R$ 72*
7. Don Guerino Reserva Tannat 2015, Vinícola Don Guerino na Vinhos&Vinhos, R$ 52*
8. Angelo Casa Galiotto 2012, Vinícola Galiotto na Maia Bebidas Finas, R$ 45,99*
9. Bueno Paralelo 31 2013, Vinícola Galvão Bueno na Vinhos&Vinhos, R$ 99*
10. Fração Única Merlot 2012, Vinícola Perini na Vinhos&Vinhos, R$ 60*
11. Peruzzo Merlot 2011, Vinícola Peruzzo, R$ 49,50*
12. Salton Intenso Marselan 2012, Vinícola Salton, R$ 35,20*
13. Salton Talento 2011, Vinícola Salton, R$ 90*
14. Imortali Tinto 2012, Vinícola Santa Augusta na Coisas da Serra, R$ 358*
15. Rio Sol Winemakers Selection Alicante Bouschet 2013, Vitivinícola Santa Maria, R$ 26,90*
*Preços pesquisados em junho/2016

Créditos: Claudia









Foto : Divulgação


25 de junho de 2016

Quentão

Ingredientes:
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
1 e 1/2 xícara (chá) de água
50g de gengibre cortado em fatias finas
1 limão em rodelas
3 cravos-da-índia
2 pedaços pequenos de canela em pau
4 xícaras (chá) de cachaça

Como Fazer:

Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo médio, mexendo de vez em quando até caramelizar.
Acrescente todos os ingredientes, menos a cachaça, e mexa bem até dissolver o açúcar.
Retire a panela do fogo, junte a cachaça, com cuidado, e volte ao fogo médio. Misture e deixe ferver em fogo baixo, sem mexer, por 3 minutos. Desligue e sirva em copos!

Créditos: Alto Astral


18 de junho de 2016

Vinho Azul Aparece Como Alternativa ao Vinho Tinto,Branco e Rosé


A bebida é um mix de uvas brancas e vermelhas

Há quem diga que existe um tipo de vinho para cada pessoa. Se você ainda não encontrou o seu, temos uma boa notícia: acaba de ser lançado um vinho… azul! Segundo a marca que o criou, a Gik Live, a bebida tem tudo para ser o hit do verão europeu.
Feita na Espanha, ela contém uvas brancas e vermelhas, misturadas a um pigmento comestível e antocianina – flavonoide derivado da casca da uva. As frutas são provenientes das regiões de La Rioja, Zaragoza, León e Castilla-la Mancha. Com 750 ml, a garrafa custa U$11 (R$ 37) e é perfeita para ser consumida fria.
Atualmente, o produto é vendido somente no e-commerce da marca, mas a empresa visa expandir seus negócios além da Espanha, exportando para França, Reino Unido, Holanda e Alemanha.



16 de junho de 2016

10 Dicas Simples para Conhecer Melhor o Mundo dos Vinhos


O mundo dos vinhos pode ser fascinante e extremamente convidativo mas, para quem não conhece bem a temática do vinho, este mundo também pode ser muito intimidativo. Porém, para se integrar no universo do néctar dos deuses é preciso dar o primeiro passo, fazer a primeira degustação, no fundo, arriscar um pouco. Para o ajudar nessa maravilhosa conquista do mundo vinícola, reunimos 10 dicas simples que o vão tornar num connoisseur em dois tempos.

Armazenar corretamente as garrafas de vinho é meio caminho andado para preservar tudo aquilo que cada uma tem de melhor, por isso, guarde as garrafas de vinho deitadas, para evitar que a rolha seque, e num ambiente com uma temperatura estável.
Se tiver dúvidas sobre a qualidade de um vinho que gostaria de servir (não sabe há quanto tempo tem a garrafa, a rolha está saída ou o vinho não chega até meio da gargantilha da garrafa…), prove-o primeiro: se o sabor se assemelhar a vinagre ou a nozes deite fora e abra outra garrafa.
Nem sempre é fácil juntar vinho com alimentos, de forma a conseguir a melhor combinação possível, mas estas dicas dão uma ajuda: se quer beber um vinho com nuances de limão, como um Sauvignon Blanc ou um Pinot Grigio por exemplo, pense em alimentos que poderiam ser temperados e servidos com limão, caso do peixe; se o prato for mais cremoso, opte por um vinho igualmente cremoso, caso de um Chardonnay; se a refeição vai ser picante ou vai conter muitas especiarias/temperos, encontrará um bom equilíbrio num vinho mais frutado, como um Riesling.
Servir um vinho corretamente passa por assegurar que ele esteja à temperatura adequada: certifique-se que retira um vinho branco do frigorífico 10 minutos antes de o servir (para assegurar que esteja a uma temperatura entre 4ºC e 7ºC) e que coloca um vinho tinto no frigorífico durante 10 minutos antes de o servir (para assegurar que esteja a uma temperatura entre 12ºC e 14ºC).
Para além da temperatura, também é importante deixar o vinho “respirar” antes de o servir. Abra a garrafa e deite o vinho num decantador, deixando-o repousar durante pelo menos 15 minutos – este tempo vai permitir que o oxigênio se misture com o vinho e, consequentemente, potencie os seus sabores. Se não tiver um decantador, abra a garrafa (até pode deitar um pouco no seu copo) e respeite na mesma o tempo de repouso recomendado.
Degustar um vinho, também passa por desfrutar do seu aroma e, embora este possa parecer um gesto snob ou reservado exclusivamente a quem realmente percebe de vinhos, não há nada como treinar o olfato! Antes de provar um vinho (nunca encha o copo!), agite-o suavemente no copo e leve-o ao nariz para poder cheirar. Enquanto o nosso paladar pode facilmente distinguir se um vinho é doce ou ácido, o nosso nariz tem uma maior capacidade para ajudar a decifrar as nuances de um vinho, para depois as poder saborear por inteiro. Sabia que 80% dos sabores que provamos chega ao nosso cérebro graças aos aromas que o nosso nariz conseguir distinguir?
Quando em dúvida, opte sempre por um Pinot Noir, ou seja, se tiver de escolher uma garrafa de vinho para levar para um almoço ou para um grupo na mesa de um restaurante, escolha um Pinot Noir. Este é um vinho neutro que, não sendo nem muito pesado, nem muito suave, combina bem com uma enorme variedade de alimentos.
Para além de ser um prazer beber um bom vinho, também é um prazer cozinhar com um bom vinho e é precisamente aqui que está o segredo: se não beberia o vinho, então não cozinhe com ele! Uma boa dica é cozinhar com o vinho que depois vai servir à refeição: o resultado final é muito engraçado…
Infelizmente, o vinho tinto mancha facilmente os dentes de muitas pessoas, mas isso não quer dizer que tenha de abdicar do mesmo! Opte antes por vinhos tintos mais leves, caso dos Pinot Noirs ou os Roses, evitando os vinhos tintos que contêm uma elevada quantidade de taninos (os responsáveis pelos dentes manchados), caso dos Cabernet Sauvignons e dos Chiantis.
No final de um almoço ou jantar, não precisa de deitar fora o vinho que ficou na garrafa(s). Sabia que existem várias maneiras de aproveitar as sobras de vinho? Este néctar dos deuses é demasiado bom para desperdiçar!

Créditos: Clube de Vinhos


15 de junho de 2016

Como Aprender a Conhecer Vinho



Para apreciar corretamente um vinho, é necessário identificar os seus aromas principais. Saiba como aprender a conhecer um vinho e crie um conjunto de aromas padrão com artigos que se encontram nas prateleiras da sua dispensa ou em qualquer supermercado.

O sentido do olfato na apreciação de um vinho

Quando se trata de avaliar um vinho, o olfato é um dos sentidos mais importantes a ser utilizado, pois a habilidade humana em detetar aromas é muito mais aguçada do que o sentido do paladar e os vinhos contêm milhares de cheiros e apenas alguns gostos. De uma forma geral, existem mais de 800 componentes de aromas diferentes nos mais variados vinhos, o que faz com que este néctar seja uma das bebidas mais complexas da gastronomia mundial.

Os termos utilizados na descrição de um vinho

Na prova de um vinho, os especialistas utilizam determinados termos para descrever pormenorizadamente os aromas que se encontram presentes num determinado tipo de vinho. São eles:

Os aromas que incluem frutas, como o limão, o pêssego e a cereja;
As especiarias como a noz-moscada e a pimenta preta;
As ervas ou vegetais como a hortelã e o pimentão verde;
Os elementos não-alimentares como o tabaco ou o fumo.
Os termos que caracterizam e descrevem um vinho devem-se ao facto de existirem milhares de compostos químicos que se misturam aquando a sua produção e é por isso que existem vários aromas distintos. Alguns componentes são provenientes das uvas, sendo que a maioria se desenvolve durante a fermentação e os restantes no período de maturação de um vinho.

Como identificar os aromas dos vinhos

Segundo os especialistas, o degustar de um vinho ativa automaticamente a memória humana, pois compara um determinado aroma com outros que foram experienciados no passado. Nesse sentido, cada um pode construir o seu banco de memórias ao concentrar-se nos aromas que encontra diariamente, desde os artigos que se encontram na prateleira das especiarias e/ou frigorífico, às flores plantadas na relva de um jardim.

Porém, é mais fácil, barato e eficaz que cada pessoa faça o seu próprio conjunto de aromas padrão para identificar e conhecer um determinado vinho. Como tal, pode utilizar vinhos acessíveis e produtos que já tenha em casa ou adquiri-los num supermercado. Pode inscrever-se no seu vendedor de vinho local para o ajudar a escolher um vinho neutro para servir de base.

As principais etapas na apreciação de um vinho

Na apreciação e degustação de um vinho, existem seis etapas obrigatórias que devem ser cumpridas. São elas:

Deve marcar cada copo para saber qual o aroma que está nele contido. Como tal, necessita de escrever o nome do aroma testado num pequeno adesivo e rotular cada copo;
Colocar 0,60 ml ou 4 colheres de sopa de vinho em cada copo de vinho;
Acrescentar a quantidade indicada de cada aroma ao seu copo de vinho e deixá-lo repousar durante aproximadamente uma hora;
Depois de uma hora, deve retirar todos os ingredientes sólidos que se encontrem presentes no copo de vinho;
Deve rodopiar e cheirar cada copo de vinho para se familiarizar com o aroma que foi adicionado;
Por último, deve testar-se a si próprio e esconder o rótulo que está presente em cada copo de vinho, para não saber qual dos aromas está a ser provado. Este exercício permitir-lhe-á conhecer o aroma pelo seu cheiro e assim conseguirá reunir todas as condições para conhecer qualquer tipo de vinho.

Os materiais necessários para conhecer um vinho

Para conhecer um determinado vinho é fundamental reunir os materiais seguintes:

Um copo para cada aroma padrão;
Uma garrafa de um vinho branco neutro e acessível, como o Pinot Grigio ou Colombard é suficiente para fazer 10 ou 12 aromas padrão de vinho branco;
Uma garrafa de um vinho tinto neutro e acessível, como o Merlot ou Beaujolais é suficiente para fazer 10 ou 12 aromas padrão de vinho tinto.

Os aromas e os ingredientes dos vinhos brancos

Existem determinados ingredientes que podem ser adicionados aos vinhos brancos para que um degustador se familiarize com os respetivos aromas. São eles:

Aroma dos vinhos brancos

Ingredientes:

Limão - Uma pequena porção de casca de limão e uma colher de chá de sumo de limão

Toranja - Uma pequena porção de casca de toranja e uma colher de chá de sumo de toranja

Ananás - Uma colher de chá de sumo de ananás

Melão - Um pedaço de melão maduro

Pêssego - Um pedaço de pêssego maduro ou uma colher de sopa de calda de pêssego

Pera - Um pedaço de pera madura ou uma colher de sopa de calda de pera

Relva - Três folhas de relva verde esmagada

Mel - Uma colher de chá de mel

Baunilha - Uma gota de extrato de baunilha

Noz-moscada - Uma pitada de noz-moscada ralada na hora

Carvalho fumado - Uma gota de fumo líquido, disponível na secção de especiarias de um supermercado

Os aromas e os ingredientes dos vinhos tintos

Conheça os ingredientes que podem ser adicionados aos vinhos tintos para que um degustador reconheça todos os seus aromas. São os seguintes:

Aroma dos vinhos tintos

Ingredientes

Morango - Dois morangos maduros ou congelados

Doce de morango - Uma colher de chá de doce de morango

Cereja - Duas cerejas maduras esmagadas ou uma colher de sopa de sumo de cerejas em lata

Hortelã - Uma gota de extrato de hortelã ou uma folha de hortelã esmagada

Pimentão verde - Um quarto de pimentão verde

Pimenta preta - Alguns grãos de pimenta preta moída na hora

Chocolate - Uma colher de chá de cacau em pó ou chocolate raspado

Café - Cerca de 1/8 colher de chá de pó de café

Tabaco - Uma pitada de tabaco de um cigarro ou cachimbo

Baunilha - Uma gota de extrato de baunilha

Carvalho fumado - Uma gota de fumo líquido, disponível na secção de especiarias de um supermercado

Depois de ter experimentado e aprendido quais os padrões característicos no aroma de um vinho neutro, tanto branco como tinto, será mais fácil identificar os aromas em vinhos mais complexos.

Créditos: Clube de Vinhos

14 de junho de 2016

Como Armazenar Garrafas de Vinho


Desfrutar de um boa garrafa de vinho não depende apenas da escolha acertada da marca ou do ano de colheita, mas também depende, e muito, da forma como se armazena o vinho. O local, a posição e a temperatura são todos elementos que se devem ter em conta na hora de armazenar corretamente as suas garrafas de vinho.

Local

O local escolhido para armazenar vinho deve ser escuro, ou seja, protegido de luz solar direta e até da iluminação artificial, nomeadamente as luzes fluorescentes – a exposição contínua a qualquer tipo de luz direta pode penetrar a garrafa e alterar significativamente o sabor e o aroma do vinho. Os vinhos brancos são mais sensíveis à luz do que os vinhos tintos, no entanto, ambos devem ser resguardados: se não tiver uma adega, uma despensa ou um armário fechado, guarde as garrafas numa caixa ou tape-as com um pano. Evite guardar garrafas de vinho junto de fontes de calor (em cima do frigorífico ou junto do mesmo, por exemplo) e nunca em conjunto com alimentos ou produtos com aromas fortes. Os frigoríficos garrafeiras (ou caves de vinhos) são também uma excelente opção para armazenar apropriadamente garrafas de vinho.

Temperatura

O local onde armazena o vinho nunca deve atingir a temperatura máxima de 24ºC, uma vez que a esta temperatura o vinho começa a oxidar, acabando por se estragar por completo. A temperatura ideal para guardar vinho são 12ºC, mas se essa temperatura baixar, não irá prejudicar o vinho – apenas irá retardar o processo de envelhecimento do vinho. O armazenamento adequado do vinho também tem de ter em conta uma temperatura o mais constante possível e se existirem flutuações estas devem ser graduais. Embora o vinho tinto seja mais suscetível às flutuações de temperatura do que o vinho branco, a verdade é que quanto mais flutuar a temperatura, maior o risco do vinho envelhecer prematuramente. Por isso mesmo, a temperatura no local de armazenamento do vinho não deve flutuar mais de 1.6ºC num dia e 2.7ºC num ano.

Umidade

A umidade é outro fator que pode influenciar, negativamente, uma garrafa de vinho – se o nível de umidade estiver muito baixo, as rolhas vão secar e mingar, o que permite a entrada de oxigênio na garrafa e a consequente oxidação do vinho. Nesse sentido, o nível de umidade ideal situa-se entre os 65% e os 75%.

Posição

Em termos de posição, a forma mais apropriada para armazenar garrafas de vinho é horizontalmente. Porquê? Porque ao manter as garrafas deitadas, as rolhas irão estar em contacto permanente com o vinho, mantendo-as úmidas e intactas, o que inibe a entrada de oxigênio. O oxigênio rapidamente oxida um vinho, estragando a sua cor, aroma e paladar – algo que pode facilmente acontecer quando as garrafas são guardadas muito tempo na posição vertical.

Movimento

Guardar garrafas de vinho sobre ou muito próximo de eletrodomésticos, principalmente aqueles que têm uma ação vibratória, é desaconselhável. Se uma garrafa de vinho estiver constantemente ou mesmo frequentemente sujeita a movimentos e/ou vibrações, estas podem contribuir para a alteração e consequente deterioração do vinho. Neste sentido, as pequenas garrafeiras em madeira ou plástico são aconselhadas para guardar vinho porque permitem reservar um espaço para cada garrafa, ou seja, sempre que pegar numa garrafa não perturba nenhuma das outras.   

Tempo

Nem todos os vinhos melhoram com o tempo, o que significa que praticamente todos os vinhos têm um prazo de validade que deve ser respeitado, se não quer acabar por deitar o vinho fora. A maioria dos vinhos tintos pode ser armazenada entre 2 e 10 anos; já os vinhos brancos têm uma esperança de vida menor, entre 2 e 3 anos.

Créditos: Clube de Vinhos


Decantar o Vinho: Uma Técnica a Aprender


Há uma cerimônia simples e eficaz que se realiza antes de se servir um verdadeiro e irresistível néctar dos deuses – chama-se decantar o vinho. Com um acessório muito próprio, é feito por três importantes motivos, um dos quais, potenciar a sua degustação!

Um gesto, dois motivos

O acto de decantar implica, simplesmente, a passagem do vinho da sua garrafa original para um recipiente (de cristal ou vidro), designado por decanter ou decantador. Por norma, a decantação é feita exclusivamente aos vinhos tintos e beneficia-os de duas formas: elimina as borras acumuladas, especialmente em vinhos velhos que estão engarrafados há vários anos; e permite que o vinho “respire”, ou seja, a oxigenação permite a total libertação dos aromas contidos numa garrafa, um processo que contribui de forma positiva para o seu paladar.

Decantar vinho tinto jovem

O processo de decantação varia conforme o vinho em questão, ou seja, depende se se trata de um vinho velho ou jovem. No caso, dos néctares mais jovens, a decantação permite suavizar os taninos presentes no vinho e que normalmente são ásperos, secos e adstringentes. Geralmente, estes vinhos apresentam elevados níveis de acidez porque ainda não tiveram tempo de amadurecer, o que significa que necessitam de “respirar” durante uma ou duas horas. Verta o conteúdo da garrafa para o decantador num gesto único e contínuo. A etiqueta diz que se deve colocar a garrafa vazia ao lado do decantador para que os convivas possam identificar o vinho que irão ou que estão a provar.

Decantar vinho tinto velho

Tenha o cuidado de colocar a garrafa na posição vertical um ou dois dias antes de ser consumida, assim, todos os depósitos irão concentrar-se no fundo. A decantação deve ser efetuada cerca de meia hora antes do vinho ser servido, isto porque no caso dos vinhos antigos, a decantação acelera a evaporação dos aromas. Uma “respiração” curta é o suficiente para libertar e, consequentemente, “abrir” o bouquet depois de tantos anos “fechado”. Uma vez aberta a garrafa, limpe o gargalo para retirar qualquer resíduo e comece a verter o vinho para o decantador. Coloque uma vela acesa ou um pequeno foco junto do gargalho, utilizando esta fonte de luz para se certificar que não deita borras no decantador. Verta tudo de uma só vez, parando apenas quando aparecerem os primeiros resíduos no gargalo. Coloque o decantador e a garrafa original juntos na mesa.

Outras dicas...

Não é obrigatório decantar cada garrafa de vinho que abrir, no entanto, é muito aconselhado quando se sabe, de antemão, que esse néctar contém partículas do depósito – ao mais pequeno movimento, o vinho puro vai misturar-se com a borra.
Abrir a garrafa e retirar a rolha não permite a respiração adequada do vinho, uma vez que apenas o líquido que se encontra próximo do gargalo é que está, efetivamente, em contato com o ar.
No caso de se esquecer, ou por falta de tempo, recorra a esta técnica de decantação rápida: coloque um pano branco e fino ou um simples guardanapo de papel sobre a abertura do decantador e verta o vinho através do mesmo, parando quando surgirem os primeiros sinais de borra.
Se (ainda!) não tiver um decantador, utilize outro recipiente para o processo de decantação e, no final, reintroduza o vinho na sua garrafa original com recurso a um funil.
Um vinho de qualidade vai continuar a desenvolver e a libertar-se dentro do próprio copo, por isso, um brinde e boa degustação…

Créditos: Clube de Vinhos


13 de junho de 2016

7 Passos para Gelar uma Garrafa de Vinho Rapidamente


Apetece-lhe um copo de vinho fresco e não tem nenhuma garrafa de reserva no frigorífico? Acabaram de chegar os convidados e só agora se lembrou que se esqueceu de colocar o vinho a refrescar? Não há problema! Com estes 7 passos simples, pode arrefecer uma garrafa de vinho em 25 minutos, mesmo a tempo do jantar.

Encha cerca de ¾ do balde reservado à garrafa de vinho (ou outro recipiente apropriado) com gelo.
De seguida, cubra o gelo com água fria.
Deposite duas mãos cheias de sal grosso sobre o gelo e água. O sal é o segredo por de trás deste truque para arrefecer rapidamente o vinho, ou seja, ao reagir com a água e o gelo, refresca-o de imediato.
Introduza a garrafa de vinho no balde e mexa cuidadosamente várias vezes.
Deixe repousar durante 25 a 30 minutos para um arrefecimento total.
Retire a garrafa de vinho do balde, limpando-a bem para retirar qualquer resíduo de sal.
Abra a garrafa de vinho, sirva e mantenha-a fresca com recurso ao balde novamente cheio de gelo ou com um frappé.

Créditos: Clube de Vinhos

A Temperatura Ideal para Servir Vinho


A etiqueta do mundo vinícola dita, há mais tempo do que talvez imaginamos, que o vinho branco deve ser servido sempre fresco, enquanto o vinho tinto deve ser consumido a uma temperatura ambiente. Na maior parte dos casos, não há que enganar com estas recomendações, no entanto, já existem algumas excepções às regras.

Termómetro de vinhos

A temperatura à qual é servido qualquer néctar dos deuses é crucial para assegurar que as melhores qualidades desse vinho venham ao de cima, ou seja, a 18ºC (a temperatura máxima a que um vinho deve ser servido) o aroma ou bouquet está no seu auge, mas se for submetido a uma temperatura inferior a 8ºC, essas mesmas características são praticamente anuladas.

As temperaturas que servem de referência para a apreciação do vinho são um excelente ponto de partida para descobrir aquela que lhe parece mais adequada e, claro, mais saborosa! Para avaliar, de forma correcta, a temperatura de um vinho, o ideal é utilizar sempre um termómetro específico para o efeito e que pode ser adquirido em lojas da especialidade.

De termómetro em punho, saiba como desfrutar ao máximo o seu próximo vinho, seja ele qual for!

Vinho branco refrescante

Apesar de ser a forma mais prática de refrescar uma garrafa de vinho, colocá-la no frigorífico ou no congelador não é o melhor método: aconselha-se antes submergir a garrafa num balde com partes iguais de água fria e de gelo – precisará apenas de sete ou oito minutos para baixar a temperatura de 18º para 3ºC. Se o balde for pequeno, pode virar a garrafa de gargalo para baixo inicialmente, voltando-a após alguns minutos, para assegurar um arrefecimento homogéneo. Em contrapartida, pode também utilizar um saco refrigerador que, previamente esfriado, envolve a garrafa, refrescando-a rapidamente.
Se preferir optar pelo método tradicional, no Verão é importante colocar o vinho no frigorífico várias horas, para ser servido bem gelado. Esta temperatura fresca pode e deve manter-se à mesa, com recurso a um balde com gelo (também conhecido como “frappé”) ou um saco refrigerador.
Para servir vinho branco no Inverno, basta uma ou duas horas no frigorífico ou então pode perfeitamente recorrer ao método do balde com água fria e gelo.
Evite manter um vinho branco demasiado tempo no congelador: o resultado será um vinho desenxabido, uma vez que a exposição a temperaturas extremamente baixas acaba por ocultar o seu paladar. 

Vinho tinto aconchegante

Normalmente consumido à temperatura ambiente, um vinho tinto deve ser colocado na sala onde irá ser servido, para que possa aquecer de forma natural e gradual. Se a casa estiver fria, por exemplo, mantenha a garrafa na cozinha enquanto prepara a refeição.
Para uma solução rápida e eficaz, volta-se a recorrer a um balde, desta feita com água quente. Mergulhe a garrafa durante sete ou oito minutos para subir a sua temperatura de 13ºC para 18ºC. Em alternativa, pode envolver a garrafa numa toalha ou pano previamente embebido em água quente.
Tenha cuidado! Um vinho sobreaquecido pode estragar por completo um néctar dos deuses antes divinal, por isso, não se descuide, nem coloque as garrafas muito próximas de fontes de calor demasiado fortes, caso de radiadores ou lareiras.
Se quiser que o vinho respire, a decantação deve ser feita antes do aquecimento.
No Verão, um vinho tinto ligeiramente refrescado é igualmente apetecido, até porque a sua natureza permite que, uma vez servido, o vinho depressa aquece, atingindo a sua temperatura ideal. Pode colocar a garrafa no frigorífico, mas tenha o cuidado de acertar a sua temperatura para um máximo de 12ºC.
Um vinho tinto fresco já não é novidade, nem “escandaloso” para ninguém, principalmente nos países com climas muito quentes. É simplesmente uma questão de gostos e de experimentar!

Um guia rápido das temperaturas certas:

Vinho Tinto
Jovem: 11º a 14º
Encorporado: 15º a 17º
Reserva: 16º a 18º

Vinho Branco
Leve e doce: 6º a 8º
Jovem, meio-seco, leve, doce, encorporado: 7º a 10º
Encorporado: 10º a 12º

Vinho Rosé
Temperatura ideal: 7º a 10º

Vinho Espumante
Doce: 6º a 9º
Bruto: 6º a 12º
Vinho do Porto

Branco (servido fresco): 6º a 7º
Branco: 8º a 12º
Tawny: 12º a 16º
Vintage: 16º a 18º

Vinho Generoso
Madeira: 10º a 14º
Moscatel: 12º a 14º

Créditos: Clube de Vinhos


12 de junho de 2016

6 Dicas para Aproveitar o Vinho que Sobra


Depois de mais um jantar bem-sucedido depara-se com várias garrafas de vinho ainda meio cheias e pensa imediatamente – que desperdício! Antes de as esvaziar pelo ralo do lava-loiça, saiba que existem vários truques para aproveitar vinho que sobra… e assim prolongar o sabor.

Devido à exposição ao oxigênio, uma garrafa de vinho aberta começa a deteriorar-se aproximadamente dois dias após a sua abertura, um prazo que pode ser maior ou menor dependendo da quantidade de vinho que resta na garrafa – quanto mais cheia estiver, mais tempo vai durar. Isto implica que não tem de deitar o vinho fora – o vinho que sobra pode ainda ser consumido, com a maioria do seu sabor ainda intacto, mas preferencialmente no dia imediatamente a seguir à sua abertura. Feche bem a garrafa com a rolha original ou recorra a uma rolha específica para o efeito (os stoppers). Outra alternativa, ideal para reduzir a exposição excessiva ao oxigênio, é verter o vinho que sobrou para uma garrafa de vinho mais pequena ou mesmo para uma garrafa de água plástica, igualmente pequena. Em qualquer um destes casos, é sempre preferível guardar o vinho que sobra no frigorífico.
Aproveite o vinho que sobrou para temperar e cozinhar – é um excelente ingrediente para adicionar a todo o tipo de pratos – carnes, massas, sopas, molhos, sobremesas – e uma ótima maneira de aproveitar sobras.
Se não sabe imediatamente como vai utilizar o vinho que sobrou, congele-o! Pegue numa cuvete para gelo vazia, passe por água e encha com o vinho – assim, sempre que precisar de um pouco de vinho para temperos, só tem de ir buscar um “cubo de vinho” ao congelador. Em alternativa, pode colocar o vinho em pequenos sacos de plástico, próprios para o congelamento, e sempre que precisar basta partir um “pedaço de vinho”.
Utilize o vinho que sobrou para preparar uma deliciosa sangria: quer tenha sobrado meia garrafa ou o suficiente para encher um copo ou dois, ajuste a quantidade disponível à receita. Esta é uma forma rápida e saborosa de não desperdiçar um bom vinho, especialmente no Verão!
No caso de ser Inverno, as sobras de vinho podem ser aproveitadas para confeccionar uma fumegante e aromática caneca de vinho quente – simplesmente irresistível!
As sobras de vinho são ainda ideias para confeccionar um vinagre caseiro perfumado e delicioso – aprenda a fazê-lo aqui.

Créditos: Clube de Vinhos


Como Abrir uma Garrafa de Vinho Espumante


Uma garrafa de vinho espumante é sempre um bom acompanhamento, quer para saborear juntamente com uma bela refeição, quer para brindar numa festa ou momento mais especial. Tirar o máximo proveito de uma boa garrafa de vinho espumante começa pela sua abertura…

Uma vez escolhida a garrafa de vinho espumante a servir e depois de esta estar devidamente refrescada, pouse-a sobre uma mesa e retire a totalidade do seu invólucro – de preferência, sem rodar ou mexer na garrafa, ou seja, utilize a pequena abertura que o invólucro possui para simplesmente puxar e facilmente retirar o mesmo.  
Retirado o invólucro, segue-se o passo seguinte: retirar a armação em arame que protege a rolha. Localize a pequena patilha de arame na rolha da garrafa de vinho espumante, empurrando-a para baixo antes de a desenroscar cuidadosamente, para poder libertar e retirar toda a proteção de arame que rodeia a rolha.
Ao contrário da abertura de uma garrafa de vinho, abrir uma garrafa de vinho espumante não requer um saca-rolhas, apenas a destreza e alguma força manual. Coloque um pano ou toalha de cozinha sobre a garrafa – esta serve não só para evitar que a rolha dispare sozinha, como um elemento de apoio e limpeza no caso de isso realmente acontecer e o vinho espumante se entornar.
Mantenha a garrafa de vinho espumante, ou melhor a rolha, direcionada para uma zona de segurança – para que esta não possa atingir ninguém, incluindo quem estiver a abrir a garrafa. Com uma mão na rolha (mais precisamente sobre a toalha) e outra na base da garrafa (o ideal é manter a garrafa pousada na mesa), comece a rodar cuidadosamente a mesma até sentir que a rolha se está a soltar – vá rodando até sentir a rolha soltar-se por completo e ouvir o característico “pop” de uma garrafa de vinho espumante acabada de abrir.
O vinho espumante pode ser servido imediatamente: para evitar a criação de muita espuma nos copos, deite apenas um pouco no fundo e aguarde alguns segundos para as bolhas se afundarem, antes de acabar de encher. Agora é só fazer tchim-tchim e, claro, degustar o vinho espumante!

Créditos: Clube de Vinhos

5 de junho de 2016

Como escolher uma garrafa de vinho


Não há nada que combine melhor com um jantar romântico, um serão entre amigos ou um fim de tarde a solo em frente à lareira, do que um bom copo de vinho. Branco, tinto, rosé, reserva, nova colheita, verde, maduro, alentejano ou do Douro, vinho generoso, tranquilo ou espumante, as opções chegam a ser tantas quantas as dúvidas.

Muitas pessoas escolhem uma garrafa de vinho porque são atraídas pela forma moderna das garrafas ou pelo design irresistível dos rótulos e/ou logótipos e não há nada de errado nisso, aliás esse é mesmo o objectivo – levar as pessoas a comprarem! Claro que pode acertar em cheio e encontrar um verdadeiro néctar dos deuses ou então a “embalagem” pode ganhar ao conteúdo. Para principiantes, é uma boa maneira de iniciar a sua carreira de connaisseur de vinhos, mas existem ainda outras dicas para fazer dessas primeiras escolhas, escolhas acertadas!

A ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro – tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe – continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar – afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
O preço é um factor que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de euros… e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe €20 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de €5, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta do que está a fazer, escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro – já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
A graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem, corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
Outra dica interessante para quem quer escolher um vinho irrepreensível, é estar atento à classificação do vinho, uma informação que pode ser igualmente encontrada no rótulo. No caso dos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada); nos rótulos franceses consta o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) e nos italianos o DOC (Denominazione di Origine Controllata) e as DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Se estiver atento a um detalhe tão importante como este, ficará certamente bem servido!
Procure uma garrafeira ou loja gourmet com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho – a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
Aproveite os convívios em torno de uma boa mesa (e vinho!) para trocar opiniões com familiares e amigos sobre os vinhos que tenham degustado nos últimos tempos e faça uma nota mental ou mesmo escrita daqueles que lhe parecem adequados ao seu gosto.
Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reacção das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma selecção pessoal e actualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
Mas não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes… afinal de contas, se não come a mesma comida todos os dias, porque é que há-de beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe viagens por todo o mundo!
Para se tornar num verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogues, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as feiras e provas de vinho que já se realizam com alguma frequência um pouco por toda a parte, estando integradas no cada vez mais popular enoturismo.